Brasil quer fazer uso inteligente de status de potência

BBC Brasil

Uma reportagem do jornal francês Le Monde afirma neste sábado que o Brasil procura fazer “o melhor uso possível de seu novo status de grande potência petroleira”.

A reportagem analisa como, em meio a um clima de “nacionalismo petroleiro”, o governo central está planejando modificar a legislação do setor para garantir ao Estado mais frutos da exploração do combustível.

O governo estuda confiar a administração dos futuros campos de petróleo a uma nova agência, dentro de um sistema parecido com o da Noruega, observa o jornal. Uma decisão dos ministérios envolvidos na discussão deve sair até o fim do ano.

Para o Monde, o governo tem a ambição “colocar em marcha um indústria petroleira potente” e refinada – evitando a tentação de simplesmente exportar e colher os recursos financeiros da venda.

“O presidente (Luís Inácio Lula da Silva) imagina que esses recursos têm dois objetivos sociais: financiar a educação e erradicar a pobreza”, diz o texto.

“Os frutos dos recursos naturais possibilitarão que se ponha em marcha uma indústria petroleira potente. Isto estimulará, em um ciclo virtuoso, os outros setores industriais e permitirá vender à Europa, Estados Unidos ou Japão produtos refinados de forte valor agregado”, prossegue o jornal.

“No dia em que sua produção ultrapassar com folga as necessidades nacionais, o Brasil não tem a intenção de exportar o cru. É por isso que declinou educadamente um convite recente para fazer parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).”

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Dilma: País vai superar meta de 10 milhões de empregos

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou, na noite de sexta-feira, em Natal (RN), que o Brasil vai superar a meta dos 10 milhões de empregos, estabelecida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela disse que o País fechará 2008 com 2 milhões de novos postos de trabalho.

“Vamos ultrapassar os 10 milhões. Até agosto tínhamos criados 1,3 milhão de novos postos de trabalho. Aumentou a renda da população. E não aumentou só a classe C, aumentou também da A e B. O que acontece é que a classe C e D teve um crescimento extraordinário no Brasil”, analisou a ministra.

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br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200809131912_RED_77409853

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Lobão: País deverá construir 50 usinas nucleares em 50 anos

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou nesta sexta-feira, em Angra dos Reis, que o Brasil já definiu como prioritária a retomada do programa nuclear e que deverá construir cerca de 50 a 60 usinas nucleares nos próximos 50 anos – com capacidade de geração de aproximadamente 1.000 megawatts cada unidade.

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