DENÚNCIAS!

DENUNCIE OS ATAQUES AO IDIOMA

BRASILEIRO!

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23 Respostas

  1. Mais ataques ao idioma brasileiro

    A Lusofonia está a desaparecer
    e a CPLP não tem protagonismo

    Mário Costa Dias, licenciado em Comunicação Social pela Universidade Técnica de Lisboa, «abriu-se» ao Notícias Lusófonas (jornal de Angola) para falar da instituição que dirige, o Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR). o Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR). Como não poderia deixar de ser (ou não fosse ele estudioso dessa nobre e bonita profissão, que é o Jornalismo), debitou a sua opinião sobre o estado actual da imprensa em Angola

    NL – Quais são os grandes défices que mais apresentam os formandos (angolanos)?

    MCD – O principal défice é o domínio da Língua Portuguesa. Por isso em todas as acções formativas que o CEFOJOR ministra tem a cadeira de Língua Portuguesa como elementar.

    NL – Não será que esse défice se agrava mais com o «brasileirismo» que tem estado a invadir a sociedade angolana, particularmente na Imprensa?

    MCD – Não colocaria a questão nesses termos. Quem domina bem de facto a Língua Portuguesa, independentemente, de qualquer invasão, sabe quais são as ferramentas certas para bem escrever e falar português.

    NL – Não admite que tem havido uma grande invasão do «brasileirismo» na nossa sociedade (Angola) e na Imprensa angolana?

    MCD – Admito! E isso acontece fundamentalmente entre os quadros do nosso sector por falta de autodidatismo. Temos lido muito pouco e o que se lê é basicamente proveniente do Brasil. Sobre o que vem Portugal, temos muito pouco. Infelizmente vamos tendo mais material didático referente ao Jornalismo brasileiro. E por isso há uma tendência muito grande para cairmos no português muito falado no Brasil ou, se quisermos, o «brasileirismo». Há esse risco que, contudo, pode e deve ser corrigido.

    NL – De que forma podemos corrigir isso?

    MCD – Esta é uma preocupação que toca todos os angolanos. Defendo que é necessário que incrementemos o ensino da Língua Portuguesa em todos os níveis de ensino no nosso País.

    NL – Porquê que vamos estando mais distantes de Portugal e mais próximos do Brasil?

    MCD – Acho que nunca houve interesse por parte dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa em voltar costas à Língua Portuguesa. Penso que não aconteceu nem há-de acontecer. A nível da política de expansão da Língua Portuguesa parece-me ter sido relegado, esse aspecto, para um plano inferior quando devia ser uma questão de prioridade das prioridades.

    NL – Mas não sente que estamos virados mais para o Brasil do que para Portugal?

    MCD – Sinto, sim senhor! Sinto que os angolanos vão estando mais virados para o Brasil do que para Portugal por algo que, no fundo, começam a ser nuances da Língua Portuguesa, o que poderá levar que cada país possa criar terminologias muito próprias que fogem ao padrão universalmente considerado a nível da Lusofonia. Isso tem fragilizado o português como uma língua una. E há o receio de que num futuro não muito distante tenhamos dificuldades em nos entendermos.

    NL – Porquê que isso acontece?

    MCD – Não sei se é pela expansão gradual da própria Língua Portuguesa, se Portugal se afastou do papel hegemónico de ditar as políticas, ou se cada país está mais interessado em criar as suas próprias linhas dentro do português.

    [Entrevista resumida]

  2. MAIS DE PORTUGUESES

    Luis disse…

    Acho muito bem que a nossa lingua se aproxime da lingua dos nossos irmãos brasileiros, porque tou farto de andar nas casas de strip e elas estarem sempre oi?oi?
    o acordo ortografico vai nos “aproximar” mais.

    ————————-
    psycologo disse…

    Penso que os PALOP deveriam escrever o Português da Nação-Mãe. Se eles escrevem mal o Português, porque havemos nós de lhes facilitar a vida? risos
    Penso que a evolução de uma língua na sua versão escrita faz-se de forma gradual, como tem acontecido desde o início da história do nosso país. Penso que forçar um grande número de mudanças não é o caminho.

    —————-
    psycologo disse…

    Sou a favor da adopção das palavras prontos, hadem, etc.
    Vai-se também permitir o registo de crianças com nomes próprios brasileiros? ex. anda cá, um dois três meia cinco! Vanderley luxemburgo! Estado Unido alascano! Nova jersey detroit da Silva? risos

    provaoral.blogspot.com/2008/03/o-novo-acordo-ortogrfico-foi-ratificado.html

  3. MAIS DE PORTUGUESES

    Anónimo disse…

    Em resumo, segundo os comentários, os portugueses escrevem bem e os brasileiros escrevem mal; no Brasil há telenovelas, não há literatura, não há linguistas: eles simplesmente falam assim porque, coitados, são estúpidos.

    (…)

    Ricardo

    ———————————–
    Mme_Paulete disse…

    (…)
    Temos de ver a parte positiva: é mais fácil nós, portugueses, alterarmos algumas palavras pala o tal “abrasileirado” do que os brasileiros para o português… Isto, porque o nosso país tem percentagem de iletrados inferior ao Brasil. Já imaginaram o que era tentar alterar o modo de milhares das pessoas das favelas escreverem?! Ia ser uma tarefa extremamente morosa e muito complicada!… Em Portugal, estimam-se 6 anos para a tal adaptação… Lá, seriam 60 anos?!?!…

    Ah, só um recadinho ao “Anónimo” Ricardo de cima… “Eu estou escrevendo” é o gerundio. É 100% português, sim usado no Brasil… e na ILHA DA MADEIRA muito muito frequentemente!

    E tenho dito!!
    Beijinhos da Madeira (Transval – Funchal)

    Madame Paulete

    provaoral.blogspot.com/2008/03/o-novo-acordo-ortogrfico-foi-ratificado.html

  4. MAIS DE PORTUGUESES

    missixty disse…

    Eu também não gostei da ideia! EnTão nós que somos a origem temos de nos aproximar dos outros..da “escória”(língua brasileira), acho mesmo que é descer de cavalo para burro! Sou tradicionalista e a nossa língua é das melhores coisas que temos! Já me chega os “ois” e “nés”!
    beijinhos miss

    notassoltasideiastontas.blogspot.com/2008/04/desacordo-ortogrfico.html?showComment=1208393520000

  5. PENSEI EM POSTAR COMO “PÉROLAS” MAS VAI AQUI MESMO – NOTEM A TENTATIVA MESQUINHA DESTA PESSOA EM INFERIORIZAR O BRASIL E OS BRASILEIROS USANDO ARGUMENTOS PRECONCEITUOSOS, MENTIROSOS E RESSENTIDOS (É DEPRIMENTE O COMPLEXO DE INFERIORIDADE DESTE PORTUGUÊS – INVEJA?-)

    De Tuga a 15 de Abril de 2008 às 14:33
    Sou casado com uma Brasileira e tenho alguma experiencia em relação às diferenças entre o Português de cá e o de lá. Eu sou contra o Acordo. Até podia mudar todo a grafia, porque a diferença não são só as palavras, mas também o *modo* de falar, o sotaque, etc. Lá, as pessoas custam-me a entender e até já fui confundido com um argentino! A desculpa de que eles são muitos é irrelevante. Existe uma grande proporção de analfabetos, o nível cultural é baixo, existe muita pobreza e segundo a minha mulher nós cá compramos, lemos e damos muito valor a livros (pasme-se, e nós queixamo-nos de que ninguém lê) pelo que podem ser muitos, mas não têm um peso realmente grande como os números podem sugerir. Eu sou da área da informática e sempre preferi ler livros ingleses ou portugueses de cá. Os livros que na altura existiam em Portugues Brasileiro era normalmente motivo de chacota e riso geral devido ao modo de escrever e as palavras usadas. Evito ao máximo o PB na Internet. Wikipedia leio a versão inglesa. Tipicamente a versão Portuguesa costuma estar “infectada” com Português Brasileiro. É um sinal de que por mais que se unifique o vocabulário, de nada vai servir para unir as duas linguas. Porque de facto, são duas linguas separadas que se trata. As duas deveriam continuar a divergir, a evoluir separadamente, porque o contexto socio-cultural das 2 nações é bem diferente. Também não me preocupa o exportar do poderio brasileiro para fora. A única coisa que exportam são emigrantes (perdoem-me a expressão) e o nível de conhecimento do mundo fora do Brasil é limitado. O Brasil é enorme, o estado de S.Paulo é cerca de 3x maior que Portugal e mais ainda em população. Não os censuro portanto que olhem mais para o próprio umbigo que para o estrangeiro. Assusta-me mais, portanto, o termos de nos vergar perante uma lingua que nós não falamos. E como será no futuro? Em relação às palavras que agora ainda continuam diferentes? Irão haver mais “acordos” ortográficos para a frente?

    Cumprimentos!

    jazza-memuito.blogs.sapo.pt/217631.html?thread=279839

  6. PELO MENOS A CRIATURA AÍ DE CIMA RECONHECE QUE O O IDIOMA DO BRASIL NÃO É O PORTUGUÊS

  7. MAIS DE PORTUGUESES QUE AINDA NÃO PERCEBERAM QUE O IDIOMA DO BRASIL NÃO É O PORTUGUÊS

    __________________
    MARIA DUARTE Diz:
    Maio 6, 2008 às 4:03 pm

    PORTUGUES É A LINGUA DE CAMÕES!ABAIXO OS BRASILEIRISMOS OU PORTUGUES MAL FALADO
    __________

    Manuela Diz:
    Março 25, 2008 às 6:07 pm

    Na faculdade (1991) fiz um trabalho em que era contra o “acordo”. Detesto. Acho mal. A minha prof era a favor, eu frontalmente contra. Apresentei imensos exemplos de como os brasileiros escrevem mal o português. Já estou farta desta cena: de colonizadores passamos a colonizados. Mau Maria. A professora era inteligente, percebeu o mue ponto de vista e deu-me boa nota. Mas numa turma de mais de 40 pessoas, eu fui a única a insurgir-me contra aquela coisa!!

  8. CONTINUAÇÃO DO COMENTÁRIO ANTERIOR…

    Diana Goncalves Diz:
    Abril 16, 2008 às 7:50 pm

    Ate em Ingles “Acto” e “Act” e “Exacto” e “Exact”

    Se os Brasileiros querem modificar a nossa lingua…eles que lutem entao por ter uma lingua propria…”Brasileiro” ja que nao gostam de falar Portugues correcto….

    entredoismundos.wordpress.com/2008/03/20/peticao-contra-a-implementacao-do-acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa-de-1990/

  9. MAIS DE PORTUGUESES MAL INFORMADOS

    Brasileirismos
    Acabo de ler uma notícia que me atulhou o estômago de úlceras nervosas, causando danos irreversíveis no meu sistema digestivo. Em terras de Vera Cruz está-se a decidir um acordo ortográfico luso-brasileiro entre os países da CPLP. Até aqui nada de nefasto para o meu organismo.
    Pois bem, ao entranhar-me no artigo deparo-me com um cenário dantesco – este acordo desvirtua completamente o idioma materno de todos os países lusófonos: o Português.
    Atropela-se história, cultura, tradições, pessoas para se implementar um idioma açucarado em prol da demagógica divulgação da língua portuguesa e da sua prática em eventos internacionais, visto que a existência de duas ortografias é considerada uma barreira. Opta-se pelo português dos indígenas amazónicos em detrimento do português de Portugal, que doutrinou povos para além dos oceanos anos a fio. Revolta-me profundamente. Se, porventura, Portugal ratificar o protocolo modificativo e promulgar esta aberração linguística, o meu sincero desejo é que sejamos anexados rapidamente à vizinha Espanha. Recuso-me a negar e subjugar toda a minha formação literária ao ridículo “brasileiro”.

    cerebrodormente.blogspot.com/2007/07/brasileirismos.html

  10. Na página do “Alô Escola” vejam o ABSURDO que está escrito lá:

    Sobre pronomes oblíquos átonos

    “Ocorre que a língua portuguesa “oficial”, isto é, o português de Portugal, não aceita o pronome no início da frase. Eles dizem ‘Informaram-me…'”

    “No português de Portugal e no português culto, isso não poderia ser assim. Deveria ser “Leve-me”, “Deixe-me”, “Persigo-te”,”Arrependo-me” e assim por diante.”

    Quem será o cretino que escreve estas barbaridades na página que deveria ser educativa? É REVOLTANTE. O DINHEIRO PÚBLICO NO BRASIL É CAPIM MESMO. SÓ SERVE PRA ALIMENTAR ESTES ANIMAIS QUE PASTAM NA INGENUIDADE DO POVO.

    Este psicopata lingüístico deveria ler o nosso:

    “Me passa o sal?” Certo ou errado?
    brasiliano.wordpress.com/2008/05/07/me-passa-o-sal-certo-ou-errado/

  11. MAIS DE PORTUGUESES

    “Acho triste e vergonhoso que a língua tenha origem em Portugal e agora tenha que se adaptar ao Brasil, como se fosse lá que a língua tivesse nascido. Pelo contrário, a nossa língua é constantemente profanada neste país da América Latina! A língua nasceu em Portugal e são os restantes países dos CPLP que têm que se adaptar e aprender a escrever como nós, que fomos os criadores da língua, e não o oposto! Mais uma vez os portugueses vendem-se e baixam as calças ao exterior!

    Resumindo, este acordo ortográfico é uma miséria (para não dizer outra coisa), e uma desculpa para fazer com que mais uma vez Portugal se rebaixe aos caprichos estrangeiros. Em vez de ensinarem os brasileiros a falar e a escrever, obrigam-nos a nós a desaprender aquilo que por vezes só aprendemos com algumas varadas e reguadas na escola. Eles não sabem escrever, nem falar, mas nós é que temos que nos adaptar. Recuso escrever em brasileiro e recuso submeter-me a caprichos de governantes que nos vendem a todo aquele que nos acena lá de fora seja com dinheiro, seja com autoritarismo, seja até mesmo por mero capricho.”

    barvelho.blogs.sapo.pt/333454.html

    ————————————————————

    André Marques Diz:
    Maio 9, 2008 às 10:27 am

    Estou avidamente contra o Acordo Ortográfico, a lingua é o elemento mais importante para a identidade cultural, para além do facto de ser o ultimo que nos resta, prefiro ser saudosista, a ser conhecido no estrangeiro como o “Brasil da Europa” (obviamente não desprezando a CPLP), simplesmente acho muito triste querermos mudar aquilo que nos intitula como portugueses e que nos dá uma identidade mistíca e única…
    O patriotismo é necessário, manter o que é nosso para os nossos antepassados e nós mesmos não cairmos no esquecimento, de maneira a não sermos engolidos por “dialectos coloniais”,(o mais importante é não ficarmos ÚMIDOS),sinceramente se este acordo for aprovado vou ter vergonha de ser português.
    Obrigado pelo Manifesto e obrigado por ainda existir alguém neste rectângulo lusitano que ainda o ama tanto como eu.Obrigado

    entredoismundos.wordpress.com/2008/05/07/mais-um-manifesto/

  12. Espera aí! Vejam se entendi bem.

    Os portugueses acham que o português moderno de Portugal é menos “deformado/deturpado”? Eles pensam que a língua que eles falam e escrevem é a de Camões ou o Port. Clássico???

    Vem cá, mas não é publico e notório que o Brasileiro é mais conservador? E, não foi o Português moderno que sofreu até mais alterações em relação ao português arcaico?

    Que legitimidade os portugueses têm pra apontar o idioma deles o correto e o nosso o errado? Será que pensam que a língua deles, por continuar com o nome de português e por serem “conterrâneos” do port.clássico, ela é menos alterada e mais “pura” que a nossa?

    Seguindo a lógica, talvez eles acreditem tbm que o italiano (como disse a Ju)), por ser “conterrâneo” do Latim, seja menos deturpado, mais puro e mais correto que o espanhol. Será que não dá pra perceber que são línguas distintas assim como o brasileiro e o português? Será que não dá pra perceber que o Brasileiro e o Português são filhos do mesmo pai mas são irmãos diferentes?

    ‘Me’ desculpem, mas não consigo acompanhar o método lusitano de raciocínio. É muito complexo pra mim.

  13. MAIS DE PORTUGUESES MAL INFORMADOS QUE ACHAM QUE FALAMOS PORTUGUÊS.

    PERCEBAM QUE OS PORTUGUESES FALAM A LÍNGUA ACADÊMICA DE CAMÕES ENQUANTO A LÍNGUA BRASILEIRA, SEGUNDO OS PORTUGAS, É UM ATENTADO

    ——————————–
    De Dextro a 19 de Novembro de 2007 às 21:37
    Eu até comentava aqui mas já escrevi um post tão grande sobre isso no meu blog e respondi aos poucos comentários que recebi que nem vale a pena…

    E não me venham cá com basófias que o acordo é bom e o camandro porque ninguém me tira da ideia que, como já foi dito, a língua deve evoluir por necessidade daqueles que a utilizam diariamente e não porque meia dúzia de políticos acham que seria “simpático” aproximar a língua de Camões daquele atentado que é o “Português Brasileiro”. 😛

    jonasnuts.com/131896.html

    ——————————–

    Acordo Ortográfico (É favor ler este post com sotaque brasileiro)

    Oi galera, tudo bem?

    É isso aí, pessoal! Estamos escrevendo, desde já, com o novo acordo ortografico, né?

    É muito bom, mesmo! Quero parabenizar as pessoas que tiveram a brilhante idéia de acertar este novo acordo ortografico, melhorando aquele feito em 1991, certo?

    Assim, a lingua portuguesa brasileira, passará a estar muito mais prôxima dos paizes que falam esta mesma lingua.

    Considero otima a ideia de acertar coisas inuteis como letras mudas, acentos, hifens, palavras e verbos compostos, pois tudo isso é uma droga, né?

    Aí galera, vamos colocar o pessoal das favelas a falar o mesmo portugues que nos falamos, o portugues acadêmico, né?

    Aqui fica o batismo da nova versão da lingua portuguesa!

    Tchau, pessoal!

    (ufff, é tão complicado falar brasileiro…)

    osilenciodovazio.blogs.sapo.pt/42376.html

  14. MAIS DE PORTUGUESES

    o-andarilho.blogspot.com/2008/05/dia-negro-para-lngua-portuguesa.html

    Sandra_Jesus disse…

    […]
    A nossa Língua está a aproximar-se terrivelmente do Brasileiro. E não me levem a mal, mas detesto ler em Brasileiro. Prefiro mil vezes ler em Inglês.

    Sinto cada vez mais tristeza em ser Portuguesa e sinto-me cada vez mais desanimada em ver asneiras atrás de asneira.

    Se o nosso Português vai mudar. Eu não mudo. E provavelmente deixei de ser Portuguesa

    Fernando Manuel Rodrigues disse…

    Os brasileiros ofendem-se a que chamem brasileiro ao português? Pois eu ofendo-me a que chamem português àquela coisa que eles falam. Nunca liguei grande coisa ao Brasil (para mim, essa história do “país irmão” é treta). Hoje, lamento que não tenhamos deixado aquilo nas mãos dos holandeses após 1640. Sempre estaríamos em paz, sem ter de fazer cedências destas, e eles estariam a escrever holandês como os holandeses dissessem que se escreve. Quero lá saber se o português é falado por 10 milhões ou por 1000 milhões. Se quisesse quantidade falaria chinês.

    Fernando Manuel Rodrigues disse…

    A esccrita depois da reforma de 1911 ficou mais bela e mais limpa. Claro que ficou. Foi uma reforma feita por gente sabedora e honesta, com princípios sólidos, sem fretes a ninguém. Mas os brasileiros não gostaram, porque “não foram consultados” (já na altura se punham em bicos de pés) e resolveram fazer a reforma deles. Sem problemas. Em 1945, lá os “consultámos” e subscreveram um acordo, mas depois mudaram de ideias, deram o dito por não dito, e vá de fazer novamente marcha atrás e uma reforma à brasileira. O acordo de 1945 é ainda o que vigora hoje em Portugal, com uma pequena adenda de 1971. Até que entrou em cena uma personagem chamada Malaca Casteleiro, e como os brasileiros, coitadinhos, têm muita dificuldade em escrever “acto” e “abjecto”, “excepção” e “húmido” resolveu fazer-lhes o jeito. Afinal são só umas consoantezinhas, não vem daí mal ao mundo, e a rapaziada até nos vai ficar agradecida. Ah, é verdade, e vamos passar a ser grandes, enormes, vamos chegar até à lua. Porque é que não éramos já grandes mas de repente íamos passar a ser é que ninguém se incomodou a explicar. Claro que do lado de lá vão continuar a dizer esnobar, acessar, deletar, mixagem, usuário, esporte, paletó, ônibus e outras preciosidades, mas que importa? Vamos todos escrever paletó e fato de cerimónia da mesma maneira – eles escrevem o paletó e nós o fato de cerimónia. No fundo, no fundo (lá muito no fundo) eles até nos fazem o favor de chamar português à língua deles.

    RESPOSTA:
    Os brasileiros ofendem-se a que chamem brasileiro ao português?

    DE FORMA ALGUMA. PREFERIMOS.

  15. DE ANGOLANOS

    chitata – lisboa
    o k se passa aki é k falamos de epocas e gerações completamnte diferentes mas acima de td chamar mediocre ao poeta maior é um acto de covardia de parte do sr agualusa a naõ ser k estava bebado qdo teceu tal comentario, o mesmo digo da sua afirmação sobre o acordo ortografico e dizer k se devia falar o portugues do brasil em angola é mto triste visto k aspesar de ter mas falantes do portugues o brasil fala mal ou pessimamente mal e o sr ker k adoptemos tal portugues … digo eu a o sr agualusa k se ñ tiver o k fazer va dormir..

    angonoticias.com/full_headlines.php?id=18905

  16. De um português.

    por Gonçalo Pereira
    Editor Executivo do Jornal 24 Horas

    “O acordo ortográfico é uma aberração. Quando muito, servirá para nos pôr a falar pior o português e aproximar a nossa escrita à dos brasileiros (o que também é medonho). Se querem fazer um acordo ortográfico, ao menos façam-no com o inglês. Assim como assim, já o integrámos mais na nossa língua do que os brasileirismos. Palavras como carjacking, software, bluetooth, downsizing, ou franchising estão muito mais presentes no nosso vocabulário quotidiano do que brasileirices como cafona, ônibus, parabenizar ou outras aberrações indescritíveis. E ainda bem. Ora, se a ideia é fazer com que a língua portuguesa evolua dentro do seu curso natural, vamos fazer um acordo ortográfico com os ingleses, já que o temos assimilado muito mais do que aquela espécie de mau idioma que nos impingem nas novelas.

    (fonte: jornal GLOBAL Notícias, Ano 1, nº 150, Edição Lisboa, de 18 de Abril de 2008, pág. 2)

  17. (o texto é de um português)

    O português e a lusofonia

    Pe. Álvaro Teixeira, cmf

    […] No Brasil, na África e na Ásia, a nossa língua foi levada sobretudo pelos mesmos agentes e pelas famílias emigrantes que lá foram ganhar o seu pão. É claro que havia professores que deram o seu melhor; no entanto, os portadores da língua e a influência dos idiomas locais tiveram mais peso. Daí, os crioulos e os disparates mais vulgares.

    Com o peso da comunicação social telenovelesca, o Brasil, pioneiro e forte apostador nessa área, pôde espalhar o “brasileiro” por tudo quanto era canto. Com a “Gabriela” e outras quejandas, o nosso Zé-povinho começou a abrasileirar a sua incultura linguística e até gente de gabarito não se incomoda muito de estrangeirar a sua expressão lusa. Um tal “novo dicionário” – que parece, felizmente, ter abortado – é sintomático.

    Nos novos países de expressão portuguesa ( conheço Angola bem ao vivo e, ali, faço o que posso no ensino da nossa língua mãe ), o português entrou como disse acima e mais se adulterou com a fuga dos “retornados” de 1975. No seu lugar, ficou um vazio enorme. Além disso, Portugal – que não é dono da língua, mas deve exigir ser padrão da mesma – pouco ou nada tem feito para formar professores de português. Não vejo que o Instituto Português possa ser o salvador da pátria, neste particular. Nem sequer chega a descargo de consciência de quem de direito. Além disso, as telenovelas brasileiras, também aí, fizeram os seus estragos. E temos o “brasileiro” a invadir o que restava do “português”, tal como o joio invade um campo abandonado.

    Será que os nossos governantes – os mesmos que pensam tanto em, fomentar as exportações – se lembrarão de que também é dever seu acompanhar, mesmo economicamente, a implementação duma língua bem falada e escrita, não obstante sabermos que os vocábulos nativos também podem enriquecer o nosso idioma? Infelizmente, não me parece que os “choques tecnológicos” estejam fermentados por uma pretensão cultural. As relações, nomeadamente com Angola, privilegiam mais o dinheiro e a economia. E ponto final!

    osetubalense.pt/index.asp?idEdicao=154&id=6083&idSeccao=1325&Action=noticia

  18. OPINIÕES PORTUGUESAS

    Dora Dinis e Marcos Leonardo,

    Meu deus…

    Nunca a metrópole pode se submeter a colônia!!! Morte aos brasileiros! Morte a aqueles que deturpam a língua materna…
    Agora eu descobri da onde veio a noção no Brasil, de que se escrever bem é se escrever “difícil”, alterando a ordem correta de que o conteúdo seja mais importante do que a apresentação…
    Lembre-se que “Eu te amu” é um ótimo exemplo, que devemos escrever errado para dizer o correto, do que escrever correto para dizer errado.

    Não defendo a banalização da escrita, mas para que complicar? Se facto, o c não é dito, então se tira. Simples assim. Economiza papel e tudo mais… Isso não vai acabar com a pureza linguística. E nem é uma aberração a arte da escrita…

    —————————————————-

    Zavsport

    Para que isto não continue a ir “de mal a pior”, aqui fica um texto, Cantiga da Ribeirinha, de Pai Soares de Taveirós , em “bom velho português…”, “à moda antiga” sem a influência de “brasileirices” e acordos ortográficos. Desculpem a “afronta à honra nacional” por não poder apresentar o “bom velho português padrão Portugal” e ter de me contentar com um texto já com muitas mudanças em relação ao latim que o originou que não posso garantir que tenham sido feitas “como deve ser” .

    No mundo nom me sei parelha
    mentre me for como me vai,
    ca ja moiro por vós e ai!
    mia senhor branca e vermelha,
    queredes que vos retraia
    quando vos eu vi em saia.
    Mao dia me levantei
    que vos entom nom vi fea!
    E, mia senhor, des aquelha
    me foi a mi mui mal di’ai!
    E vós, filha de Dom Paai
    Moniz, e bem vos semelha
    d’aver eu por vós guarvaia,
    pois eu, mia senhor, d’alfaia
    nunca de vós ouve nem ei
    valia d’ua correa.

    bitaites.org/humor/sou-contra-o-acordo-ortografico
    ——————————————————————————

    [O TEXTO QUE O SUJEITO COLOCA É IDÊNTICO AO PORTUGUÊS MODERNO, AS ÊNCLISES ATÉ SALTAM AOS OLHOS!
    OH CÉUS! OH VIDA!]

  19. OPINIÕES PORTUGUESAS

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    “Acho triste e vergonhoso que a língua tenha origem em Portugal e agora tenha que se adaptar ao Brasil, como se fosse lá que a língua tivesse nascido. Pelo contrário, a nossa língua é constantemente profanada neste país da América Latina! A língua nasceu em Portugal e são os restantes países dos CPLP que têm que se adaptar e aprender a escrever como nós, que fomos os criadores da língua, e não o oposto! Mais uma vez os portugueses vendem-se e baixam as calças ao exterior!

    Resumindo, este acordo ortográfico é uma miséria (para não dizer outra coisa), e uma desculpa para fazer com que mais uma vez Portugal se rebaixe aos caprichos estrangeiros. Em vez de ensinarem os brasileiros a falar e a escrever, obrigam-nos a nós a desaprender aquilo que por vezes só aprendemos com algumas varadas e reguadas na escola. Eles não sabem escrever, nem falar, mas nós é que temos que nos adaptar. Recuso escrever em brasileiro e recuso submeter-me a caprichos de governantes que nos vendem a todo aquele que nos acena lá de fora seja com dinheiro, seja com autoritarismo, seja até mesmo por mero capricho.”

    barvelho.blogs.sapo.pt/333454.html

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    André Marques Diz:
    Maio 9, 2008 às 10:27 am

    Estou avidamente contra o Acordo Ortográfico, a lingua é o elemento mais importante para a identidade cultural, para além do facto de ser o ultimo que nos resta, prefiro ser saudosista, a ser conhecido no estrangeiro como o “Brasil da Europa” (obviamente não desprezando a CPLP), simplesmente acho muito triste querermos mudar aquilo que nos intitula como portugueses e que nos dá uma identidade mistíca e única…
    O patriotismo é necessário, manter o que é nosso para os nossos antepassados e nós mesmos não cairmos no esquecimento, de maneira a não sermos engolidos por “dialectos coloniais”
    ,(o mais importante é não ficarmos ÚMIDOS),sinceramente se este acordo for aprovado vou ter vergonha de ser português.
    Obrigado pelo Manifesto e obrigado por ainda existir alguém neste rectângulo lusitano que ainda o ama tanto como eu.Obrigado

    entredoismundos.wordpress.com/2008/05/07/mais-um-manifesto/

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  20. MAIS DE PORTUGUESES

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    Anónimo disse…

    EM PRIMEIRO LUGAR QUERIA DIZER QUE DETESTO TUDO QUANTO É BRASILEIRO, A MANEIRA NOJENTO E PRIMÁRIA, MENTALIDADE DA FAVELA… A BRASILEIRADA NÃO TEM NADA DE BOM, NADA QUE SE POSSA APROVEITAR… SÓ DE PENSAR QUE O MEU QUERIDO PAÍS ESTÁ ATAFULHADO DESTES ANIMAIS DA FAVELA, FICO DOENTE….
    JAMAIS ESCREVEREI E FALAREI COMO ESSES INDIOS PORCOS TERCEIRO-MUNDISTAS FAVELADOS… NUNCA
    AMAZÓNIA, VAI PASSAR A SER AMAZÔNIA, ELECTÔNICO, e por aí fora… NEM MORTO…
    A CULPA TAMBÉM PASSA POR ESSA KORJA DE BROXISTAS TIPO ALBIN… E OUTROS QUE QUANDO VÊEM UM FILHO DA PUTA ESPANHOL OU BRASILEIRO PÕEM-SE LOGO DE CÓCORA….
    KAMBADA DE FILHOS DAS PUTAS BROXISTAS PANASCRÓIDES…. SOIS VÓS QUE ENVENENAIS ESTE PAÍS….

    provaoral.blogspot.com/2008/03/o-novo-acordo-ortogrfico-foi-ratificado.html

  21. por: Carlos 1

    O português é de Portugal, não há razão para haver acordos. Além disso acordos onde não vai haver nunhuma uniformização.
    Eu nunca irei falar crioulo.
    Eles que aprendam a falar e a escrever português.
    Eles falam conforme lhes dá jeito.
    Quem tem que falar português são os brasileiros.

    ————————————————–

    por: tatiana

    Eu nasci em Portugal, aprendi portugues, e não é agora que vou começar a falar brisileiro!
    Sabem que mais, quem esta mal que se mude, se estamos em Portugal vamos falar portugues.
    Os brasileros que falem Portugues “correCtamente”, não somos nós que agora vamos ter de falar mal Portugues!
    Sou Portuguesa e vou falar portugues até morrer!
    PS:desculpem os erros ortograficos, estou a escrever a presa.

    diario.iol.pt/comentarios/sociedade/acordo-ortografico-ortografia-acordo-escrita-brasil-ortografico/925136-4071.html

  22. Mais pérolas,

    O MANIFESTO da “LINGUA PORTUGUESA” – “Camões abrasileirado?” Não!

    salteadoresdaarca.com/2008/05/24/o-manifesto-da-lingua-portuguesa-bloqueio-do-acordo-pelos-portugueses/

    “Se o acordo for posto em prática, o Português passará a ser uma língua vagabunda”.

    [Lino Vinhal, director adjunto do jornal regional ‘Independente de Cantanhede’]
    dn.sapo.pt/2008/06/09/media/jornal_cantanhede_usou_novo_acordo_o.html

    Nestas duas frases está bem claro o propósito de denegrir a língua brasileira.

  23. —————————————————

    MAIS PÉROLAS PORTUGUESAS

    —————————————————

    O português é uma língua rica e bela, centenária, e que foi falada em quase todo o mundo.

    Com as descobertas e conquistas o português expandiu-se, pois seu povo, que é sociável e adaptável, foi povoando tudo por onde passou. Após a Républica, Portugal como país e povo foi perdendo a sua supremacia, ainda que os portugueses continuassem a ir além fronteiras, como emigrantes, e a fixar-se e constituir família, para onde fossem.

    Com o Estado Novo, Portugal, com o seu isolamento, acabou por ser um país desconhecido, no mapa, pela maiori.a dos outros países, mas a sua língua, prevaleceu e continuou a progredir mundo fora.

    Hoje, o português, é ainda ouvidp em todo o mundo, porque os portugueses continuam a buscar outros países para se fixarem, uma vez que Portugal foi perdendo sucessivamente as suas possessões pelo mundo. O país é pequeno e lutava com dificuldades de emprego e por conseguinte perdia o seu nível de vida, até finalizar com o 25 de Abril com a perda das suas colónias em África

    Portugal poderia ter sido um grande país, e hoje manobrar o mundo como a América, e, deixou ir por água a baixa a sua grande oportunidade. Se tivessemos sabido gerir as últimas possessões em África, poderíamos ter um novo Brasil

    Tudo perdemos, mas no entanto a nossa língua prevalece, o que nos orgulha.

    No entanto, hoje o nosso Governo achou, por bem, que a nossa língua que é rica em léxicos árabes , gregos, latinos, etc., deveria adoptar a língua brasileira.

    Cabe na cabeça de qualquer portuguès que se preze, abrasileirar a nossa língua? O brasileiro é uma língua tipicamente portuguesa com a adopção de léxicos africanos e o sotaque de um português africanizado, serve para modificar uma língua centenar?

    Seria o mesmo que chegarmo-nos ao Umbundo, Kimbundo, ganguela, cuanhama, mucancala, swaili, ou qualquer dos dialetos africanos.

    O brasileiro é português modificado, o Brasil é um país novo em comparação a Portugal, portanto porque modificar a língua portuguesa? Porque não modifica o Brasil a língua para o português?

    É preciso chegar ao mais baixo grau de degradação para modificar a língua de um país e, para mais para pior.

    Nós podemos constactar que no Brasil existe muita mais gente a escrever português correcto do que propriamente em Portugal. Pois lêm e estudam a literatura portuguesa o que não é feito nas nossas escolas.

    Isso nota-se até nas telenovelas brasileiras, em muito poucas não se faz referência aos nossos clássicos.

    Eles não falam português correcto, o que é compreensível, dado que foram colonizados por portugueses, africanos (uma maioria-escravos), italianos, etc. Mas a sua base é literalmente portuguesa.

    Já pensaram o que seria se a Alemanha, a França, a Bélgica, a Inglaterra, quizessem modificar as suas línguas de acordo com as das suas antigas colónias?

    Certamente que isso nem passou pela cabeça dos seus governantes. Então porque em Portugal?

    É o que digo, há coisas que se passam neste país, que nem ao diabo lembra.

    Já se retirou das nossas escolas, parte fundamental da nossa História Pátria. Hoje muito pouca gente sabe as nossas origens, os feitos dos nossos avós, o nome dos nossos reis, a nossa glória.

    A História dada nas escolas é tão reduzida e insipiente, que ninguém sabe nada.

    A Literatura Portuguesa é dada por alto, até o livro por excelênciada nossa literatura ” OS LUSÍADAS”, já foi retirado do ensino, como poderão saber os nossos filhos o que são cantares de Amigo?

    Agora vai a língua, onde ficará a nossa identidade daqui para afrente?

    Por este andar, ainda que membros da CEE, deixaremos de ser um povo, um país, para ser uma colónia de férias de todos os outros. Publicada por Maria de Jesus em

    mariaquepensaexiste.blogspot.com/2008/04/lngua-portuguesa.html

    ———————————————–
    MINHA RESPOSTA LÁ
    ————————————————

    “O brasileiro é uma língua tipicamente portuguesa com a adopção de léxicos africanos e o sotaque de um português africanizado, serve para modificar uma língua centenar?

    O brasileiro é português modificado (…) Porque não modifica o Brasil a língua para o português?

    É preciso chegar ao mais baixo grau de degradação para modificar a língua de um país e, para mais para pior.

    Eles não falam português correcto, o que é compreensível, dado que foram colonizados por portugueses, africanos (uma maioria-escravos), italianos, etc. Mas a sua base é literalmente portuguesa.

    Respondendo parte de seu texto, o Brasileiro não é uma língua tipicamente portuguesa, é um NOVO idioma.

    O léxico brasileiro teve muita influência africana, mas principalmente indígena. Na fonética a indígena foi maior

    A influência africana no português do Brasil teria, assim, caráter restrito, exercendo-se, em face do relacionamento senhor/escravo, exclusivamente no campo lexical.

    A influência do índio seria mais ampla, caracterizando-se por uma caminhada forte da língua geral em direção ao português estabilizado, internamente, dos colonos e uma caminhada pequena deste em relação à língua geral.

    Isso se explica porque boa parte dos africanos que chegaram ao Brasil eram “ladinos”(já sabiam português antes de pisar aqui) e a outra parte, que não sabia português, teve que aprender. Diferentemente do que aconteceu com língua indígena, que os colonizadores tiveram que estudar e falar para conquistar. Além disso, a Língua Geral, foi o idioma corrente no Brasil até a metade do séc 18, quando Pombal a proibiu (2 em cada 3 ‘brasileiros’ só falavam a Língua Geral e o outro era bilíngüe).

    A língua brasileira, apesar de ser moderna é ao mesmo tempo conservadora:

    O português falado no Brasil é um descendente direto do português popular quinhentista e seiscentista. Suas origens devem ser buscadas no português medieval ou, mais precisamente, no português medieval da segunda fase.

    “Importante para a identificação do caráter original do português, no Brasil, é a verificação do tipo de sistema da língua portuguesa ensinada pelos jesuítas à população nativa. Como uma ordem religiosa intelectualizada, a Companhia de Jesus assentava seu trabalho sobre valores que considerava permanentes. Em conseqüência, tendia ele a adquirir caráter conservador, despido daquelas inovações que se lhe afiguravam passageiras e sem aqueles detalhes que, para ela, tinham sido as causas imediatas das inovações.

    No campo lingüístico, o resultado só poderia ser a valorização da língua dos antepassados de gerações recentes, mas não imediatamente anteriores. Isso significa que o português, disseminado pelos jesuítas no Brasil, foi o da segunda metade do século XV. A necessidade de manutenção do caráter unificador de seu trabalho fez com que esse português da segunda metade do século XV se mantivesse, no Brasil, durante todo o período em que os jesuítas puderam aqui viver e trabalhar. Até o século XVIII, portanto.” (brasiliano.wordpress.com/2008/05/08/historia-da-lingua-do-brasil/)

    E diferentemente do que vc diz, os brasileiros pouco modificaram o português clássico, bem diferente de Portugal que alterou toda a língua.

    No século XVI, os lusos não engoliam vogais nem chiavam nas consoantes – essas modas surgiram no século XVII. Cabral teria berrado um “a” bem pronunciado e dito “vista” com o “s” sibilante igual ao dos paulistas de hoje. Na verdade, nós, brasileiros, mantivemos os sons que viraram arcaísmos empoeirados para os portugueses.(brasiliano.wordpress.com/2008/04/21/falamos-a-lingua-de-cabral/)
    ————-
    “Acontece que o português europeu, ao contrário do brasileiro, passara nos séculos anteriores (particularmente no século XVIII) por um processo de mudança fonológica, com inúmeras conseqüências para a sintaxe.

    Uma dessas mudanças se refere ao fato de que a fala portuguesa passou a privilegiar a ênclise, isto é, seus pronomes átonos começaram a se cliticizar da direita para a esquerda, e o português do Brasil teve que se ajustar a um padrão que não era absolutamente o seu. Em outras palavras, nós brasileiros, que não tínhamos sido protagonistas desse processo (uma vez que quem mudou foram eles, não nós!) passamos a ter que obedecer à norma de não começar frase com pronome.” (brasiliano.wordpress.com/2008/04/20/lingua-brasileira/)
    ——————————
    “É preciso notar, igualmente, que no século XVI, segundo depoimentos insuspeitos de gramáticos da época, tinha a língua portuguesa um ritmo muito mais lento que a do século XVIII em diante. Ritmo lento significa sílaba tônica menos forte, sílabas átonas mais nítidas e maior emprego da duração. Em conseqüência, havia melhor distribuição do acento de intensidade pelas sílabas. Como resultado secundário dessa situação, deve-se assinalar a tendência à valorização da abertura das vogais e das sílabas.” (brasiliano.wordpress.com/2008/05/08/historia-da-lingua-do-brasil/)

    Ou seja, de centenar o português não tem nada. Outras curiosidades conservadas no idioma Brasileiro do Latim ao português clássico:


    brasiliano.wordpress.com/2008/05/07/me-passa-o-sal-certo-ou-errado/

    brasiliano.wordpress.com/2008/04/21/vou-no-medico-certo-ou-errado/

    brasiliano.wordpress.com/2008/05/08/a-origem-dos-sons-tch-e-dch-no-brasil/

    brasiliano.wordpress.com/2008/05/14/eu-vi-ele-certo-ou-errado/

    Um problema na língua brasileira hoje é que usamos a gramática (estrangeira) “portuguesa” que considera incorreto nosso léxico, morfologia, fonética e mais todos os nossos modernismos e heranças. Isso é lógico, a evolução do Brasileiro foi diferente e a modificação sofrida pelo português no sec 18 não aconteceu no Brasil. Sofremos de um grave bilingüismo, falamos brasileiro mas somos obrigados a escrever em português. Essa situação está ficando insustentável e uma vasta gama de lingüistas querem a separação imediata do brasileiro e sua normatização.

    Veja:

    ==> brasiliano.wordpress.com/2008/09/01/ensinar-portugues-ou-estudar-o-brasileiro/

    A lei da evolução, de Darwin, estabelece que duas populações de uma espécie, se isoladas geograficamente, separam-se em duas espécies. A regra vale para a Lingüística. “Está em gestação uma nova língua: o brasileiro”, afirma Ataliba de Castilho.

    Há quem seja ainda mais assertivo. “Não tenho dúvida de que falamos brasileiro, e não português”, diz Kanavillil Rajagopalan, especialista em Política Lingüística da Unicamp. “Digo mais: as diferenças entre o português e o brasileiro são maiores do que as existentes entre o hindi, um idioma indiano, e o hurdu, falado no Paquistão, duas línguas aceitas como distintas.” Kanavillil nasceu na Índia e domina os dois idiomas.

    ==> brasiliano.wordpress.com/2008/04/21/falamos-a-lingua-de-cabral/

    Vc pode perceber que não queremos e não falamos português, são idiomas totalmente diferentes.

Comentários encerrados.

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